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São Jerônimo, RS,10/03/2026

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Legado e Bolsonaro foi trazer Lula de volta, diz Eduardo Leite

Governador do RS afirma que polarização abre espaço para nova candidatura à Presidência

Mauricio Tonetto / Secom
Legado e Bolsonaro foi trazer Lula de volta, diz Eduardo Leite Governador do RS afirma que polarização abre espaço para nova candidatura à Presidência
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O governador do Rio Grande do Sul e pré-candidato à Presidência da República, Eduardo Leite (PSD), afirmou nesta segunda-feira (9) que o legado do ex-presidente Jair Bolsonaro foi possibilitar o retorno de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Palácio do Planalto. A declaração foi feita durante palestra realizada na Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

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Durante o evento, o governador avaliou o cenário político nacional e disse que a forte polarização entre Lula e Bolsonaro cria espaço para o surgimento de uma candidatura alternativa na disputa presidencial.

— O legado de Bolsonaro foi trazer Lula, que estava politicamente inviabilizado, de volta — afirmou Leite. — Talvez o de Lula, se insistir na agenda de dividir, seja trazer o outro lado do grupo político de volta — acrescentou, ao mencionar o crescimento do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas pesquisas eleitorais.

Segundo o governador, os levantamentos eleitorais devem ser analisados não apenas pela intenção de votos, mas também pelo sentimento do eleitorado. Ele argumentou que os nomes mais conhecidos acabam liderando as pesquisas neste momento, mas que novos candidatos podem ganhar espaço ao longo do processo eleitoral.

Leite defendeu ainda a possibilidade de diálogo com setores que não se identificam com a polarização política. De acordo com ele, é possível construir pontes entre uma esquerda que não se identifica com Lula e uma direita que não apoia Bolsonaro.

O governador também citou propostas que pretende defender na disputa eleitoral, como a fixação de idade mínima de 60 anos para indicação de ministros do Supremo Tribunal Federal. Além disso, destacou a importância de responsabilidade fiscal e afirmou que políticas sociais dependem do crescimento econômico para serem sustentáveis.

Na avaliação do pré-candidato, o aumento de gastos públicos sem expansão da economia pode elevar o endividamento e os juros, reduzindo recursos disponíveis para investimentos. Por isso, defendeu um Estado mais eficiente e com maior controle das despesas.

Leite também ressaltou que a implementação de reformas exige articulação política. Segundo ele, um governo que pretende promover mudanças estruturais precisa atuar não apenas como gestor, mas também como agente político para viabilizar suas propostas.


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