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São Jerônimo, RS,09/03/2026

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Costa Neto afirma que objetivo de candidatura de Flávio é libertar Jair Bolsonaro

Presidente do PL disse em entrevista que vitória eleitoral seria a única forma de tirar o ex-presidente da prisão

Marcello Casal Jr. / Agência Brasil
Costa Neto afirma que objetivo de candidatura de Flávio é libertar Jair Bolsonaro Valdemar Costa Neto
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O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou nesta sexta-feira (06/03) que o principal objetivo da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República é possibilitar a libertação do ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Timeline, da Rádio Gaúcha.

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Segundo Valdemar, o partido precisa vencer a eleição presidencial para que Bolsonaro deixe a prisão, onde cumpre pena por tentativa de golpe de Estado. A fala ocorreu no contexto das tensões políticas envolvendo a família do ex-presidente e sua esposa, Michelle Bolsonaro.

Durante a entrevista, o dirigente afirmou que Michelle tem como prioridade a libertação do marido e que, por isso, estaria empenhada em trabalhar para a vitória do partido nas eleições.

— Se nós perdermos a eleição, Bolsonaro vai ficar mais oito, 10 anos fechado. Fechado. Não vai para casa, não. Ele (Alexandre de Moraes) não quer pôr ele em casa. Fechado. Ninguém aguenta isso. Então, pode escrever o que eu estou te falando: ela (Michelle) vai ser a primeira a trabalhar para ganharmos a eleição.

Na sequência da entrevista, o colunista Paulo Germano questionou se o objetivo principal do partido ao disputar a Presidência seria justamente libertar o ex-presidente.

— E o senhor acha que esse é o objetivo principal do PL, se ganhar a eleição, seria soltar Bolsonaro?

Valdemar respondeu afirmativamente e destacou a importância política do ex-presidente durante o período eleitoral.

— Sim, o Bolsonaro na campanha vale ouro para nós. O Bolsonaro na campanha vale ouro.

Ao ser questionado novamente se a libertação de Bolsonaro seria prioridade acima de um projeto de governo, Valdemar reiterou a posição.

— Lógico, lógico. Isso é um crime. Ele não cometeu crime nenhum, não roubou. ‘Ah, teve golpe’. Que golpe?


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