Se eleito, Flávio Bolsonaro prevê reformas da Previdência e trabalhista, diz coordenador da campanha
Plano de governo do pré-candidato deve ser apresentado em 30 de março
Senador Flávio Bolsonaro O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou que um eventual governo do parlamentar pretende revisitar as reformas da Previdência e trabalhista. Segundo ele, as diretrizes do plano de governo serão apresentadas no dia 30 de março.
De acordo com Marinho, o documento trará propostas para áreas como economia, educação, segurança hídrica e questões relacionadas a terras indígenas. O senador também informou que, nesta fase, não haverá divulgação de nomes para possíveis ministérios.
O coordenador da campanha disse ainda que tem mantido conversas com economistas e especialistas para a elaboração do plano. Entre os nomes citados como interlocutores está o ex-presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, embora não exista definição sobre eventual participação dele em um futuro governo.
Outros nomes mencionados nos bastidores como possíveis integrantes da equipe econômica são Mansueto Almeida, ex-secretário do Tesouro Nacional, além de Adolfo Sachsida, que foi ministro de Minas e Energia durante o governo de Jair Bolsonaro.
Segundo Marinho, o partido contratou a consultoria GO Associados para auxiliar na organização do plano de governo. O trabalho de elaboração começou há cerca de seis meses e envolveu entrevistas com mais de 90 especialistas de diferentes áreas.
O senador afirmou que uma das discussões previstas é a necessidade de uma nova reforma da Previdência, diante do crescimento das despesas do sistema. Também deverá ser debatida a atualização da reforma trabalhista de 2017, considerando mudanças nas relações de trabalho e avanços tecnológicos.
Outro ponto mencionado por Marinho é a possibilidade de criação de uma nova regra fiscal e mudanças no modelo de organização do orçamento público, com o objetivo de redefinir parâmetros para o controle das contas públicas.






COMENTÁRIOS