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São Jerônimo, RS,13/03/2026

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Março terá calor acima da média e chuva irregular no Centro-Sul do Brasil

Tendência indica transição para o outono com risco de temporais isolados e possível formação de ciclone subtropical

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Março terá calor acima da média e chuva irregular no Centro-Sul do Brasil Março terá calor acima da média e chuva irregular no Centro-Sul do Brasil
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O mês de março marca a transição do verão para o outono e, embora inaugure o chamado outono meteorológico — que compreende o trimestre de março a maio — ainda apresenta características típicas da estação quente. Pelo critério astronômico, o outono começa apenas no dia 20, às 11h45.

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De acordo com análise da MetSul Meteorologia, março de 2026 deve ter temperatura acima da média em grande parte do Centro-Sul do Brasil, especialmente na Região Sul. Apesar disso, não se projeta um número elevado de dias de calor extremo. A tendência é de aumento gradual de noites mais amenas, com possibilidade de madrugadas mais frias no Sul, principalmente no início e na segunda quinzena do mês.

Chuva mais irregular

O pico da estação chuvosa no Centro do país ocorre entre dezembro e fevereiro, o que torna comum a redução dos volumes em março no Sudeste e Centro-Oeste. Ainda assim, episódios pontuais de chuva intensa podem ocorrer.

No Sudeste, a previsão indica precipitação próxima ou pouco abaixo da média em áreas do interior paulista e do Mato Grosso do Sul. Já pontos do Centro ao Norte de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e litoral de São Paulo têm maior probabilidade de registrar volumes acima da média.

Na Região Sul, a chuva deve apresentar grande variabilidade regional. Os maiores acumulados são esperados no Oeste e na Metade Norte do Rio Grande do Sul, além do Leste de Santa Catarina e do Paraná. A tendência é que o mês comece com precipitação escassa no Sul e volumes mais elevados entre o Norte de Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia. Na segunda semana, a chuva deve retornar com maior frequência ao território sulista.

A combinação de calor e umidade favorece temporais isolados, que podem elevar os acumulados de forma localizada, especialmente em áreas próximas ao oceano e à Serra do Mar, onde a infiltração de umidade marítima pode provocar episódios de chuva excessiva.

Influência do Pacífico

Segundo boletim da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA), dos Estados Unidos, a temperatura da superfície do mar no Pacífico Equatorial Central está em condição neutra. Entretanto, a faixa costeira do Peru e do Equador apresenta aquecimento acima da média, caracterizando um evento de El Niño Costeiro, que deve persistir ao longo de março.

Possibilidade de ciclone

Embora março não seja tradicionalmente um mês de maior frequência de ciclones extratropicais, há histórico de sistemas atípicos na costa brasileira. Entre os registros estão o furacão Furacão Catarina, além das tempestades Iba (2019), Cari (2015), Arani (2011) e Anita (2010).

Para o início de março de 2026, há indicativo de possível formação da tempestade subtropical Caiobá na costa, o que reforça o monitoramento das condições atmosféricas na Região Sul e no Sudeste.

No geral, março deve manter o padrão típico de fim de verão: calor ainda presente, chuva irregular e transição gradual para dias mais amenos à medida que o outono se aproxima.


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