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São Jerônimo, RS,13/03/2026

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Chinesa GWM escolhe Espírito Santo para nova fábrica e frustra expectativa do RS

Projeto prevê investimento de US$ 1,1 bilhão e geração de cerca de 10 mil empregos diretos e indiretos

GWM / Divulgação
Chinesa GWM escolhe Espírito Santo para nova fábrica e frustra expectativa do RS Projeto prevê investimento de US$ 1,1 bilhão e geração de cerca de 10 mil empregos diretos e indiretos
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O termo de compromisso assinado entre o governo do Espírito Santo e a montadora chinesa Great Wall Motors (GWM) encerrou a disputa pela instalação de uma nova fábrica no Brasil e representou uma frustração para o Rio Grande do Sul. O Estado gaúcho negociava há meses com a empresa e chegou a receber executivos em mais de uma ocasião na cidade de Rio Grande, apontada como a principal candidata a sediar o empreendimento, que promete investimento de US$ 1,1 bilhão e a criação de aproximadamente 10 mil empregos. A iniciativa era vista como estratégica para a recuperação econômica de uma região ainda impactada pela crise do polo naval. As informações são da Zero Hora.

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O Espírito Santo, no entanto, levou vantagem ao apresentar uma política considerada mais agressiva de incentivos fiscais e uma estrutura logística já utilizada pela montadora, que importa veículos pelo porto de Vitória. O anúncio oficial foi feito em vídeo pelo governador Renato Casagrande e pelo vice-governador Ricardo Ferraço, destacando a importância do investimento para a economia capixaba.

A GWM atua fortemente no segmento de veículos elétricos e iniciou, em 2025, a produção em sua primeira fábrica no Brasil, localizada em Iracemápolis, no interior de São Paulo. Na ocasião da inauguração, a empresa já sinalizava a intenção de abrir uma segunda unidade no país.

No Rio Grande do Sul, a avaliação é de que o processo servirá como aprendizado. O presidente da Invest RS, Rafael Prikladnicki, afirmou que o Estado ainda pretende buscar outros projetos da GWM. Já o secretário municipal de Desenvolvimento, Inovação e Economia do Mar de Rio Grande, Vitor Magalhães, admitiu frustração com o desfecho.

— Nos esforçamos bastante, mas claramente não foi suficiente. Agora é levar como aprendizado para melhorar para as próximas, talvez mudando de postura — declarou o secretário.


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