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São Jerônimo, RS,13/03/2026

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Morre Brigitte Bardot, ícone do cinema mundial e referência na defesa dos animais

Atriz francesa faleceu aos 91 anos; fundação criada por ela confirmou a morte e destacou sua dedicação à causa animal

Reprodução
Morre Brigitte Bardot, ícone do cinema mundial e referência na defesa dos animais Brigitte Bardot morreu neste domingo, aos 91 anos
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Ícone do cinema internacional, a atriz francesa Brigitte Bardot morreu neste domingo (28), aos 91 anos. A informação foi confirmada pela Fundação Brigitte Bardot, instituição criada pela própria artista em 1986 para a defesa dos direitos dos animais. A causa da morte não foi divulgada. Bardot havia sido internada em novembro, após enfrentar complicações de saúde nos últimos meses.

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Em comunicado enviado à AFP, a fundação anunciou “com imensa tristeza” o falecimento de sua fundadora e presidente, ressaltando que Brigitte Bardot, reconhecida mundialmente como atriz e cantora, decidiu abandonar uma carreira consagrada para dedicar sua vida e energia à proteção dos animais.

Lançada como símbolo sexual internacional ao protagonizar E Deus Criou a Mulher (1956), dirigido por Roger Vadim, seu primeiro marido, Bardot alcançou projeção mundial no papel de Juliette. Ao longo da carreira, atuou em cerca de 50 filmes, incluindo O Desprezo (1963), de Jean-Luc Godard, e ajudou a consolidar um estilo simples e sensual que influenciou gerações.

O presidente da França, Emmanuel Macron, lamentou a morte da atriz e a descreveu como “uma lenda” que personificava a liberdade. Em publicação na rede social X, destacou que Brigitte Bardot representou “uma existência francesa com brilho universal” e que seu legado artístico e humano marcou profundamente o século.

Longe das câmeras

Em meados da década de 1970, Brigitte Bardot decidiu se afastar definitivamente do cinema para se dedicar à defesa dos animais. Com sede em Paris, a Fundação Brigitte Bardot tornou-se referência internacional e é reconhecida como entidade de utilidade pública na França.

Nos últimos anos, a atriz também esteve envolvida em controvérsias por declarações sobre política, imigração e caça, algumas das quais resultaram em condenações judiciais. Em um de seus livros, escreveu que a liberdade consistia em ser fiel a si mesma, mesmo quando isso incomodava.

Brigitte Bardot viveu seus últimos anos no sul da França, entre a famosa residência La Madrague e a propriedade La Garrigue, onde abrigava diversos animais. Em entrevista concedida em maio à emissora BFMTV, afirmou buscar “paz e natureza” e disse viver de forma simples, cercada por animais, sem uso de celular ou computador.

Vida pessoal

Desde 1992, Brigitte era casada com Bernard d’Ormale. Antes, teve outros casamentos, entre eles com Roger Vadim, Jacques Charrier e Gunter Sachs. Foi mãe de Nicolas-Jacques, nascido em 1960, com quem retomou o relacionamento apenas décadas depois. Em entrevistas, refletiu de forma crítica sobre a maternidade, afirmando que nunca se sentiu preparada para esse papel.

Relação com o Brasil

A atriz teve ligação especial com o Brasil, especialmente com Armação dos Búzios, no Rio de Janeiro. Após visitar a cidade nos anos 1960, ajudou a projetá-la internacionalmente como destino turístico. Em homenagem, Búzios concedeu a Brigitte Bardot o título de cidadã honorária e instalou uma estátua em sua memória.

Ao completar 90 anos, em 2024, Brigitte afirmou não se preocupar com a idade e declarou à AFP que não sentia a chegada da velhice. Disse viver cada dia com tranquilidade, mantendo uma relação serena com o tempo e com a própria história.


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