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São Jerônimo, RS,13/03/2026

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Polícia fecha cerco a ladrões no interior de General Câmara

Polícia tem convicção de que criminosos que assaltam banco em Vale Verde estão escondidos na mata e de que pelo menos um deles está ferido

Divulgação
Polícia fecha cerco a ladrões no interior de General Câmara Buscas se concentam na localidade de Boqueirão
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Uma área na localidade de Boqueirão, município de General Câmara, no Vale do
Rio Pardo, está concentrando a ação de dezenas de policiais militares, por
terra e ar. Uma pausa na chuva, com a possibilidade do uso de helicóptero, deu
fôlego ao cerco, montado desde a quinta-feira (8), para capturar os criminosos
que atacaram uma agência do Sicredi em Vale Verde, município de 3,5 mil habitantes,
na mesma região.


A Brigada Militar (BM) não informa o número de policiais envolvidos nem o ponto
exato onde estão concentradas as buscas pelos assaltantes. Mas, para dar uma
ideia do trabalho, revela que foram montadas 20 barreiras na área, e ainda há
brigadianos se deslocando entre elas.


— Temos a convicção de que eles não saíram dessa área. Significa que estão no
mato, escondidos, e acreditamos que não vieram preparados para esse tipo de
fuga. Mas nós estamos, montamos uma estrutura de campanha aqui e ficaremos até
encontrá-los — promete o tenente-coronel Giovani Moresco, comandante do 23º
Batalhão de Polícia Militar (BPM).




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A operação espera capturar de três a cinco criminosos. Pelo menos um deles, diz
o tenente-coronel, está ferido e deve precisar da ajuda dos comparsas para se
locomover. Isso porque o Honda City com placas clonadas usado pelo grupo
capotou na fuga. Os ladrões abordaram o motorista de um caminhão de frutas para
escapar e, após troca de tiros, tiveram o matagal como única opção para não
serem presos.


O trabalho é minucioso e impede que o comandante do 23º BPM estime quanto tempo
será necessário para prender os ladrões. Grande parte da ação ocorre a pé, com
os brigadianos avançando metro a metro na mata, intercalando momentos de
silêncio para perceber algum som.


— E, ainda, temos de checar qualquer pista que nos chegue por meio de
moradores. Viram, por exemplo, alguém correndo em determinado lugar. Pode ser
um pescador, estamos juntos aos rios Jacuí e Taquari, mas temos de conferir
porque pode, sim, ser um deles — explica Moresco.




As informações são da GaúchaZH



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