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São Jerônimo, RS,08/04/2026

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Estreito de Ormuz é reaberto após cessar-fogo temporário entre EUA e Irã

Trégua de duas semanas permite retomada da navegação na rota estratégica, sob coordenação das forças iranianas

Reprodução
Estreito de Ormuz é reaberto após cessar-fogo temporário entre EUA e Irã Estreito de Ormuz é reaberto após cessar-fogo temporário entre EUA e Irã
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O Estreito de Ormuz, uma das principais rotas do comércio global de petróleo, voltou a ser utilizado após a entrada em vigor de um cessar-fogo de duas semanas entre Estados Unidos e Irã. A trégua começou na terça-feira (7), após negociações entre os dois países.

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De acordo com a empresa de monitoramento marítimo MarineTraffic, ao menos dois navios já atravessaram o estreito desde a reabertura. As embarcações realizaram a travessia nas primeiras horas desta quarta-feira (8), pouco depois da liberação da passagem, que estava restrita há semanas em razão do conflito.

O acordo prevê que o tráfego marítimo ocorra sob coordenação das forças armadas iranianas durante o período de trégua. Tanto Washington quanto Teerã afirmaram ter alcançado seus objetivos no conflito e classificaram o desfecho como uma vitória.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o entendimento representa uma solução para tensões envolvendo o programa nuclear iraniano. Já autoridades do Irã destacaram que o país manteve sua soberania e obteve concessões importantes no acordo.

Além da reabertura da rota marítima, os dois países devem iniciar novas negociações nos próximos dias, com mediação do Paquistão. A proposta iraniana inclui garantias de não agressão, reconhecimento do programa nuclear e suspensão de sanções econômicas.

Apesar do cessar-fogo, o cenário ainda é considerado instável. Há registros de novos incidentes na região e alertas de que o acordo pode ser prorrogado ou revisto conforme a evolução das tratativas diplomáticas.

A retomada da navegação já impacta o mercado internacional, com queda nos preços do petróleo após semanas de alta provocada pela escalada do conflito. Especialistas, no entanto, avaliam que a normalização total do abastecimento e dos custos logísticos ainda deve levar tempo.


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