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São Jerônimo, RS,07/04/2026

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Polícia Civil desarticula quadrilha especializada em assaltos a residências no RS

Grupo seria comandado de dentro da Penitenciária Modulada de Charqueadas e é alvo de operação em várias cidades

Polícia Civil / Divulgação
Polícia Civil desarticula quadrilha especializada em assaltos a residências no RS Grupo seria comandado de dentro da Penitenciária Modulada de Charqueadas e é alvo de operação em várias cidades
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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (7), uma operação contra uma quadrilha especializada em assaltos a residências no Rio Grande do Sul. Ao todo, foram expedidos 11 mandados de prisão temporária e 17 de busca e apreensão em municípios como Cachoeirinha, Charqueadas, Eldorado do Sul, Guaíba, Osório, Porto Alegre e Tramandaí. Até o momento, ao menos oito pessoas foram presas.

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A investigação teve início após um assalto registrado em outubro do ano passado, em Canoas, na Região Metropolitana. Na ocasião, criminosos armados invadiram uma residência no bairro Estância Velha, mantiveram um casal em cárcere privado por cerca de 30 minutos e obrigaram as vítimas a realizar transferências bancárias sob ameaça de morte. O prejuízo foi de aproximadamente R$ 10 mil, além do roubo de um aparelho celular.

Após o crime, as vítimas continuaram sendo alvo de ameaças e tentativas de extorsão. Conforme a apuração, os criminosos utilizavam dados pessoais do casal, possivelmente obtidos por meio de vazamentos ou engenharia social, para pressionar por novos pagamentos.

— O que mais chamou atenção foi a continuidade da violência, que não se limitou ao momento do assalto. As vítimas seguiram sendo coagidas, o que caracteriza uma espécie de “terrorismo doméstico” — destacou a delegada responsável pelo caso.

As investigações indicam que o grupo seria coordenado por um homem que cumpre pena na Penitenciária Modulada Estadual de Charqueadas. Ele é apontado como líder do esquema e possui antecedentes por crimes graves, como roubo, tráfico de drogas, homicídio e extorsão. De dentro do sistema prisional, o suspeito contaria com comparsas em liberdade para executar os crimes e distribuir os valores obtidos.

Durante a operação, também foram apreendidos celulares e animais silvestres mantidos em cativeiro, como um macaco-prego e aves. A Polícia Civil não descarta a participação dos investigados em outros crimes semelhantes, que seguem sendo apurados.


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