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São Jerônimo, RS,01/04/2026

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Pretto, Zucco e Brizola seguem empatados e veem Gabriel Souza crescer na disputa pelo Piratini

Nova pesquisa do instituto Methodus colheu intenções de votos dos gaúchos para o governo estadual e para o Senado

Reprodução
Pretto, Zucco e Brizola seguem empatados e veem Gabriel Souza crescer na disputa pelo Piratini Zucco, Brizola, Pretto e Gabriel Souza
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Nesta terça-feira (31/03), o Instituto Methodus divulgou a sua mais recente pesquisa de intenção de voto no Rio Grande do Sul. O levantamento avaliou as disputas para o governo do Estado e o Senado Federal, além de mapear a intenção de voto do eleitor gaúcho à Presidência da República. No cenário estadual, Edegar Pretto (PT), Zucco (PL) e Juliana Brizola (PDT) aparecem novamente empatados tecnicamente dentro da margem de erro na liderança, mas eles veem o vice-governador Gabriel Souza (MDB) crescer.

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O cenário avaliado pelo Methodus colocou os concorrentes ao Piratini com candidaturas oficializadas ou consolidadas na simulação e pediu para os entrevistados escolherem o seu candidato de preferência, no método chamado “menção estimulada”.

Quem lidera as intenções de voto segue sendo o candidato petista e presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto. Pretto aparece com 21,3% das intenções de voto, mas apresenta uma queda na preferência. Na pesquisa de fevereiro publicada pelo Methodus, Edegar aparecia com 22,4%.

Zucco, o candidato da extrema-direita gaúcha, manteve-se estável após uma período de oscilação. Em fevereiro, o deputado federal pelo PL chegou a 18,9% das menções no levantamento. Agora, Zucco tem 19,4% das intenções de voto

Após perder força entre setembro de 2025 e o começo de 2026, Juliana Brizola cresceu na pesquisa. No levantamento atual, a candidata aparece com 18,2% das intenções de voto. Em fevereiro, aparecia com 16,7%.

Porém, quem apresentou maior crescimento desde a última pesquisa do Instituto Methodus foi o vice-governador Gabriel Souza. Ainda distante dos três líderes, Souza, contudo, cresceu 2,5 pp (pontos percentuais) apenas em relação a fevereiro. O vice-governador estava estacionado em torno dos 5,8% das intenções de votos desde setembro do ano passado.

Mas, na pesquisa deste mês, Gabriel registrou 8,4% das menções. Com isso, ele se distancia dos potenciais outros candidatos sem tantas chances de vitória — Marcelo Maranata (PSDB) e Evandro Augusto (Missão) — e se aproxima lentamente dos favoritos.

Senado: eleitores indicam preferência por Leite, que não anunciou pré-candidatura

A corrida pelas duas cadeiras gaúchas no Senado Federal também está em aberto. Com as candidaturas começando a se oficializar e com o futuro político de Eduardo Leite (PSD) ainda incerto, a disputa está fechando em torno dos candidatos Manuela D’Ávila (PSOL), Paulo Pimenta (PT), Germano Rigotto (MDB), Marcel Van Hattem (NOVO) e Sanderson (PL).

O Instituto Methodus fez simulações de quem seriam as escolhas dos eleitores para a primeira e a segunda vaga no Senado, que apontou um cenário em aberto, especialmente pela segunda cadeira.

No primeiro cenário estimulado (quando a pesquisa coloca nomes à disposição do entrevistado para escolher), o governador Eduardo Leite (que não anunciou sua pré-candidatura ao Senado) registra 18,9%, seguido por Manuela D’Ávila com 16,0%, mais próximos de serem eleitos às duas cadeiras vacantes dessa eleição.

O deputado federal Paulo Pimenta é o terceiro, com 10,0%, já o ex-governador Germano Rigotto e o deputado federal Marcel Van Hattem têm 8,9%. Luiz Carlos Heinze, que anunciou que irá se aposentar da vida política, registrou 7,8% das intenções de voto e o deputado federal Sanderson fecha a lista com 6,7%.

No segundo cenário estimulado — sem a presença Leite —, Manuela D’Ávila lidera com 20,2%, seguida por Rigotto com 13,5% e Paulo Pimenta com 12,5%. Van Hattem aparece com 10,7%, Luiz Carlos Heinze com 9,5% e Sanderson com 7,9%

Contudo, em ambos os cenários, o eleitor gaúcho demonstra grande dúvida em quem votar. Na primeira simulação, 13,7% disseram não saber responder, enquanto 15,5% disseram não saber em quem votariam na segunda simulação. Se fora candidato, o “Não sei” seria o terceiro e o segundo nome mais votado ao Senado nos cenários 1 e 2, respectivamente.

No cenário espontâneo (em que o entrevistado deve falar um nome por conta própria), a situação é similar. Nenhum nome ultrapassa 4%, com 78,5% dos entrevistados não sabendo responder em quem votariam para o Senado Federal.

O Instituto Methodus realizou pesquisa quantitativa presencial no Rio Grande do Sul entre os dias 25 e 30 de março de 2026, com 1.000 entrevistas, margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.


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