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São Jerônimo, RS,04/04/2026

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Exército indica primeira mulher ao posto de general na história do Brasil

Coronel-médica Cláudia Lima Gusmão Cacho teve nome aprovado pelo Alto Comando e aguarda decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para oficializar a promoçãoc

Reprodução
Exército indica primeira mulher ao posto de general na história do Brasil Coronel médica Cláudia Lima Gusmão Cacho
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O Exército Brasileiro indicou, na quarta-feira (25), pela primeira vez uma mulher para o posto de oficial-general. A escolha representa um marco na história da instituição e um avanço na participação feminina nas Forças Armadas.

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A oficial indicada é a coronel médica Cláudia Lima Gusmão Cacho, de 57 anos, natural de Recife (PE). Médica pediatra, ela ingressou no Exército em 30 de janeiro de 1996 e construiu sua trajetória profissional na área de saúde militar. Ao longo da carreira, dirigiu o Hospital de Guarnição de Natal (RN) e comandou o Hospital Militar de Área de Campo Grande (MS).

A indicação ao generalato — grupo que reúne os oficiais-generais e ocupa os níveis mais altos da hierarquia militar — foi aprovada em votação secreta pelo Alto Comando do Exército. O nome agora segue para análise do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, responsável por formalizar a promoção por meio de decreto presidencial. Tradicionalmente, a Presidência ratifica as escolhas feitas pelos comandantes militares.

Caso a promoção seja confirmada, Cláudia Gusmão se tornará a primeira mulher a alcançar o posto de general no Exército Brasileiro, consolidando um momento histórico na trajetória centenária da Força.

Avanço institucional

A indicação ocorre em meio à ampliação gradual da presença feminina nas Forças Armadas. Desde a década de 1990, mulheres passaram a integrar o Exército em diferentes áreas, especialmente na saúde e em setores administrativos. Ainda assim, a presença feminina nos postos mais elevados de comando permanece reduzida.

O posto de general é o mais alto da carreira militar terrestre e envolve atribuições estratégicas, como o comando de grandes unidades — brigadas, divisões e comandos regionais — além do planejamento e da condução de políticas de defesa.

A expectativa é de que o decreto presidencial confirmando a promoção seja publicado nos próximos dias.


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