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São Jerônimo, RS,27/01/2026

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Um filme para Plauto Cruz

O flautista, que morreu em julho, aos 87 anos, já tem um canal no YouTube e será tema de documentário sobre sua obra

LUIZ EDUARDO ACHUTTI/DIVULGAÇÃO
Um filme para Plauto Cruz Plauto Cruz é considerado um dos grandes flautistas brasileiros
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Considerado uma referência nacional como flautista, Plauto Cruz morreu no dia 29 de julho, aos 87 anos, depois de uma longa luta contra o mal de Alzheimer e Parkinson. Mas o carinho dos fãs e admiradores promete perpetuar a memória e a obra do artista, que nasceu em São Jerônimo e se mudou para Porto Alegre com 15 anos.


Uma das iniciativas já está disponível. Trata-se do canal do músico no YouTube, organizado pelo violonista Paulinho Parada. Na página, o público tem acesso a discos do artista, gravações especiais, imagens e áudios de entrevistas cedidas pela TVE e FM Cultura (com destaque para programas como “As Música que Fizeram sua Cabeça”, uma verdadeira aula sobre a nossa música) e momentos de homenagens como o prêmio Açorianos e festivais de música nativista.



Outro projeto que está em andamento é o longa-metragem “Plauto – Um Sopro Musical”, do produtor Carlos Peralta. Com roteiro de Marcio Schoenardie, direção de Rodrigo Portela e direção musical de Mathias Pinto, o filme está em fase de captação de recursos e ainda não tem previsão de lançamento.



- A ideia é fazer uma grande homenagem ao Plauto, reconstituir sua trajetória e suas principais composições. Ele tem mais de 80 músicas, além de parcerias com artistas de todos os estilos e de todas as épocas - destaca Peralta.



Ele conta que o filme, uma mistura de documentário e ficção, vai seguir uma jovem flautista durante uma pesquisa sobre Plauto Cruz.



- Ela vai mostrar as músicas, visitar os lugares onde ele viveu e tocou e conversar com amigos e familiares - revela o produtor.



Não vão faltar referências à importância de Plauto Cruz no cenário musical, já que ele tocou com praticamente todo mundo, de Elis Regina a Yamandu Costa, de Lupicínio Rodrigues a Maria Bethânia. O flautista também marcou época em todas as orquestras das rádios gaúchas nos anos 1940 e 1950 e, nas décadas mais recentes, era atração em bares e casas noturnas.


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