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São Jerônimo, RS,27/06/2026

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Desemprego recua para 5,6% e registra menor taxa para o trimestre encerrado em maio desde o início da série histórica

Levantamento do IBGE aponta estabilidade em relação ao trimestre anterior e confirma aquecimento do mercado de trabalho brasileiro

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Desemprego recua para 5,6% e registra menor taxa para o trimestre encerrado em maio desde o início da série histórica Levantamento do IBGE aponta estabilidade em relação ao trimestre anterior e confirma aquecimento do merc
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A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio, alcançando o menor índice já registrado para esse período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O resultado representa estabilidade em relação ao trimestre encerrado em fevereiro, quando a taxa foi de 5,8%, e ficou dentro das expectativas do mercado financeiro.

Segundo o IBGE, o desempenho reforça a trajetória positiva do mercado de trabalho brasileiro, que vem mantendo elevados níveis de ocupação mesmo após o período de maior sazonalidade do início do ano.

A pesquisa considera tanto os trabalhadores formais, com carteira assinada ou CNPJ, quanto aqueles que atuam na informalidade. Para ser classificada como desempregada, a pessoa precisa não estar trabalhando e também estar procurando emprego.

Mercado segue aquecido

De acordo com a análise do IBGE, a estabilidade observada entre os dois trimestres é considerada normal para esta época do ano. No entanto, o fato de a taxa atingir o menor patamar histórico para o período demonstra que o mercado de trabalho continua apresentando capacidade de absorção de mão de obra.

Especialistas apontam que o cenário é resultado da combinação entre o crescimento da atividade econômica e fatores demográficos. Entre eles está o envelhecimento da população brasileira, que reduz gradualmente o número de pessoas em busca de uma colocação no mercado de trabalho.

Além disso, setores ligados à tecnologia e aos serviços continuam contribuindo para a geração de vagas, enquanto modalidades de trabalho por aplicativos permanecem influenciando os indicadores de ocupação.

Menor desemprego da série

A Pnad Contínua é o principal indicador do mercado de trabalho no país e acompanha a evolução do emprego e da renda entre os brasileiros.

Com a taxa de 5,6%, o Brasil registra o menor nível de desemprego para o trimestre encerrado em maio desde o início da pesquisa, em 2012, consolidando um cenário de recuperação e fortalecimento do mercado de trabalho ao longo dos últimos anos.


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