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São Jerônimo, RS,19/03/2026

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Acordo com empresa chinesa vai ampliar produção de vacinas para o SUS

Parceria entre Fiocruz e WuXi Biologics inclui cooperação tecnológica, intercâmbio técnico e possibilidade de dobrar capacidade produtiva

Ministério da Saúde / Divulgação
Acordo com empresa chinesa vai ampliar produção de vacinas para o SUS Parceria entre Fiocruz e WuXi Biologics inclui cooperação tecnológica, intercâmbio técnico e possibilidade de dobrar capacidade produtiva
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O Governo Federal firmou um acordo internacional que pode ampliar significativamente a produção de vacinas destinadas ao Sistema Único de Saúde. O memorando de entendimento foi assinado na China entre a Fundação Oswaldo Cruz e a empresa WuXi Biologics, durante missão oficial liderada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

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A iniciativa estabelece uma cooperação estruturada nas áreas de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e produção de imunobiológicos, com foco na ampliação da escala de fabricação de vacinas no Brasil. A estratégia também integra o fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, considerado prioritário pelo governo.

Segundo o ministro, a parceria representa um avanço importante para garantir maior autonomia ao país no setor.

— Estamos ampliando e qualificando nossa parceria com uma das maiores produtoras de vacinas do mundo. Isso significa mais escala, mais inovação e maior capacidade de resposta do SUS — afirmou Padilha.

Cooperação tecnológica e produção

O acordo prevê o intercâmbio de pesquisadores e equipes técnicas, além do compartilhamento de conhecimento e desenvolvimento conjunto de projetos. A parceria também inclui o uso de tecnologias avançadas de fabricação e apoio no escalonamento industrial da produção.

De acordo com a diretora de Bio-Manguinhos/Fiocruz, Rosane Cuber Guimarães, a expectativa é de expansão significativa da capacidade produtiva.

— O memorando abre um canal estratégico que pode viabilizar a fabricação de vacinas em maior escala, ampliando de forma relevante nossa produção — destacou.

A projeção inicial indica que a capacidade produtiva poderá até dobrar, dependendo das vacinas que serão priorizadas ao longo da parceria.

Comitê e duração do acordo

Para acompanhar a execução das ações, será criado um comitê bilateral responsável por monitorar os projetos, articular a comunicação entre as instituições e avaliar os resultados.

O memorando tem validade inicial de cinco anos, com possibilidade de prorrogação, e faz parte da cooperação científica e tecnológica entre Brasil e China.

Estratégia nacional

A iniciativa busca reduzir a dependência externa de insumos estratégicos, como vacinas e biofármacos, além de fortalecer a capacidade do país de responder a emergências sanitárias.

Com o acordo, a Fiocruz reforça seu papel como instituição central na produção de imunizantes e no atendimento às demandas de saúde pública no Brasil.


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