Defesa de Bolsonaro apresenta novo pedido de prisão domiciliar humanitária
Advogados alegam quadro de saúde grave e necessidade de acompanhamento médico contínuo
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um novo pedido de prisão domiciliar humanitária junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-chefe do Executivo está preso desde 22 de novembro de 2025 e encontra-se internado em unidade hospitalar na Brasília para tratamento de problemas respiratórios.
Segundo os advogados, o estado de saúde de Bolsonaro é considerado de “extrema gravidade”. A defesa solicita que o ministro Alexandre de Moraes reavalie decisão anterior que havia negado o benefício.
Internação e quadro clínico
O ex-presidente foi hospitalizado após apresentar sintomas como falta de ar, sendo atendido inicialmente por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Exames médicos confirmaram diagnóstico de broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa, caracterizada por infecção nos dois pulmões.
Na petição encaminhada ao STF, a defesa argumenta que a fragilidade clínica do ex-presidente e a evolução do quadro indicam risco de recorrência de episódios semelhantes, o que exigiria vigilância médica constante.
Os advogados sustentam ainda que a permanência em ambiente de custódia poderia agravar a condição de saúde, em razão da necessidade de monitoramento contínuo e intervenção imediata diante de eventuais complicações.
Até o momento, não houve manifestação pública do Supremo sobre o novo pedido apresentado pela defesa.






COMENTÁRIOS