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São Jerônimo, RS,23/04/2026

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Com novos contratos, Estaleiro Rio Grande inicia contratações e projeta até 4 mil empregos

Demanda por embarcações da Petrobras impulsiona retomada do polo naval e pode garantir atividades até 2031

Ecovix / Divulgação
Com novos contratos, Estaleiro Rio Grande inicia contratações e projeta até 4 mil empregos Demanda por embarcações da Petrobras impulsiona retomada do polo naval e pode garantir atividades até 2031
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O Estaleiro Rio Grande iniciou um novo ciclo de contratações impulsionado por contratos firmados para a construção de embarcações destinadas à Petrobras. A expectativa é de que cerca de 100 profissionais sejam admitidos ainda neste mês, em funções como soldadores, montadores e operadores de máquinas.

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A retomada das atividades ocorre em meio à execução de nove embarcações já contratadas e à possibilidade de ampliação da demanda com a construção de mais quatro navios da classe MR1, em licitação conduzida pela Transpetro. Caso confirmada a nova encomenda, o número de trabalhadores no complexo poderá chegar a aproximadamente 4 mil até o fim de 2027.

Atualmente, cerca de 350 pessoas atuam no estaleiro, administrado pela Ecovix. A projeção é de que esse número alcance entre 600 e 700 trabalhadores até o final de 2026. Os contratos em andamento incluem a construção de quatro navios do tipo Handy Max e cinco navios gaseiros, somando investimentos de aproximadamente R$ 3,62 bilhões.

Os projetos devem garantir atividades no polo naval gaúcho pelos próximos anos, com previsão de trabalho até, pelo menos, 2031. No entanto, fatores externos ainda impactam o ritmo da retomada, como o aumento no custo do frete internacional e dificuldades na importação de aço, influenciadas por conflitos no cenário global.

Além da construção naval, o estaleiro também realiza o desmonte de plataformas de petróleo, como a P-32, com previsão de conclusão até meados de junho. Na sequência, a plataforma P-33 deverá passar por processo semelhante.

O início das contratações foi recebido com cautela pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Rio Grande, que vê o movimento como um sinal positivo, mas ainda inicial diante do potencial do complexo. Segundo a entidade, o avanço das admissões dependerá diretamente da chegada de insumos e da consolidação dos projetos anunciados.

A retomada do estaleiro representa uma expectativa de reativação econômica para a região Sul do Estado, embora ainda haja incertezas quanto ao ritmo de crescimento das operações e à continuidade das encomendas no setor naval brasileiro.


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