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São Jerônimo, RS,14/02/2026

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Vereador protocola representação contra a Corsan por falhas no abastecimento de água em Butiá

Ação foi encaminhada ao Ministério Público e questiona interrupções frequentes, qualidade da água e cobranças consideradas indevidas

Divulgação
Vereador protocola representação contra a Corsan por falhas no abastecimento de água em Butiá Vereador Deivith Camargo (PDT)
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O vereador Deivith Camargo (PDT) protocolou, nesta segunda-feira (09/02), uma representação junto ao Ministério Público contra a Corsan/Aegea, concessionária responsável pelo abastecimento de água em Butiá. A medida ocorre em razão dos constantes e considerados graves problemas de desabastecimento enfrentados pela população do município.

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Segundo o parlamentar, as interrupções no fornecimento de água têm sido recorrentes, afetando residências e estabelecimentos comerciais. Além da falta de água, a representação também aborda reclamações frequentes sobre a qualidade do serviço quando o abastecimento é retomado.

Conforme relatos de moradores, a água volta às torneiras com coloração turva e aspecto impróprio para consumo imediato, obrigando os usuários a manterem as torneiras abertas por um período prolongado até que a água apresente condições mínimas de uso. De acordo com o vereador, esse procedimento resulta em desperdício involuntário, que, ainda assim, é registrado pelos hidrômetros e posteriormente cobrado nas faturas, gerando prejuízo financeiro aos consumidores.

Na representação encaminhada ao Ministério Público, Deivith Camargo sustenta que a situação configura violação a direitos fundamentais, como o acesso à água potável, além de ferir dispositivos do Código de Defesa do Consumidor, que estabelece que serviços públicos devem ser prestados de forma adequada, eficiente, segura e contínua.

— O acesso à água é um direito básico. Não é aceitável que a população fique sem abastecimento e ainda seja cobrada por um serviço que não é prestado de forma adequada — afirmou o vereador.

Com o protocolo da representação, o caso passa agora à análise do Ministério Público, que poderá adotar medidas administrativas ou judiciais para apurar as responsabilidades da concessionária e garantir os direitos da população de Butiá.


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