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São Jerônimo, RS,18/05/2026

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João Adolfo Guerreiro

JOÃO ADOLFO GUERREIRO | O grupo

Nos 6 anos da Editora Coragem

Arquivo Pessoal
JOÃO ADOLFO GUERREIRO | O grupo

João Adolfo Guerreiro

Coletivos, grupos. Eles se formam na sociedade humana, eis que o homem é um animal social. Vários tipos de grupos, de vários tamanhos, naturezas e prazo de validade. As pessoas optam por estarem juntas com outras. Mesmo em famílias é opcional.

Nesse grupo aí de cima, ler e escrever é a convergência da unidade. Nele, cinco escrevem e duas se fazem que não escrevem, embora sejam pessoas comprometidas com a leitura e o livro. Ontem, convergiram para a festa de 6 anos da Editora Coragem, do charqueadense Thomás Vieira - na foto abaixo, de agasalho preto, com o vereador Patrick Vieira. Em Porto Alegre, na Cidade Baixa.

Na foto acima, o de barba, Yan, lançará um livro pela Coragem em outubro. Livro de contos que, pelo que entendi, falará sobre o bairro charqueadese Colônia do final dos 1990, quando ele morou lá. Posso estar cometendo alguma imprecisão agora, mas terei oportunidade de voltar ao assunto no futuro. E com certeza o grupo estará presente nos lançamentos do livro. O grupo ampliado, pois na foto vemos apenas a parte que saiu de Charqueadas pra ir à Porto Alegre na tarde do domingo.

O grupo, por sua vez, já lançou um livro de contos em maio do ano passado, o Conteiros de Charqueadas, com parcela de seus membros participando. Todos leem, mas nem todos escrevem e nem todos que escrevem, publicam. Por isso o grupo tem o Conteiros, o Sarau Literário e o Clube do Livro, pra quem gosta de ler, pra quem gosta de escrever ou pra quem gosta das duas coisas.

Ontem o grupo ouviu boa música instrumental, comeu gran locro (um tipo de sopão argentino), tomou chopp e quentão. E compraram livros com 50% de desconto, pois, como disse, era níver da Coragem. O grupo. Os grupos se relacionam e entram em intersecção por interesses comuns. Leitura. Livro. Literatura. Escrever. Música. Chopp. Locro.

Já é o segundo grupo desses do qual participo, nos últimos vinte anos, em minha cidade. O primeiro começou com cinco pessoas, em 2005, e se ampliou rápido, recordo. Um não é a continuidade física e intelectual do outro, mas agrega pessoas dos dois períodos e, por isso, dá pra escrever aqui que compartilham um mesmo fio histórico, embora com momentos e intencionalidades distintas. "Nada do que foi será De novo do jeito que já foi um dia" - canta Lulu. A vida social e literária segue seu curso, "como uma onda no mar". Bom ter a oportunidade de a singrar, novamente, em grupo.

Uma boa semana para todos. Cuidem-se, vacinem-se, vivam e fiquem com Deus.




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