Região Carbonífera registra saldo positivo de 176 empregos formais em setembro
Levantamento do Caged aponta 1.428 admissões e 1.252 desligamentos nos oito municípios; Triunfo liderou a geração de vagas, com saldo de 246 postos de trabalho
Região Carbonífera registra saldo positivo de 176 empregos formais em setembro A Região Carbonífera encerrou setembro de 2026 com saldo positivo de 176 empregos com carteira assinada. Conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), os oito municípios da região registraram 1.428 admissões e 1.252 desligamentos no período.
O principal destaque foi Triunfo, que apresentou o melhor resultado regional. O município contabilizou 926 contratações e 680 desligamentos, alcançando saldo positivo de 246 vagas.
São Jerônimo também fechou o mês com resultado favorável, com 112 admissões e 101 demissões, saldo de 11 empregos. General Câmara registrou 24 contratações e 20 desligamentos, com resultado positivo de quatro postos de trabalho.
Maioria dos municípios teve saldo negativo
Dos oito municípios da região, cinco registraram mais desligamentos do que admissões em setembro.
Arroio dos Ratos contabilizou 34 admissões e 58 desligamentos, saldo negativo de 24 vagas. O mesmo resultado foi registrado em Butiá, com 85 contratações e 109 demissões.
Charqueadas teve 208 admissões e 229 desligamentos, encerrando o mês com saldo negativo de 21 empregos. Em Minas do Leão, foram 33 contratações e 47 desligamentos, diferença negativa de 14 vagas.
Barão do Triunfo registrou seis admissões e oito demissões, com saldo negativo de dois empregos.
Estoque de empregos
O estoque de empregos formais na Região Carbonífera chegou a 33.105 vínculos ao final de setembro.
Triunfo concentra o maior número, com 16.812 empregos formais, seguido por Charqueadas, com 5.721, e Butiá, com 3.941. São Jerônimo aparece na sequência, com 3.305 vínculos.
Os dados do Caged consideram as movimentações de trabalhadores com carteira assinada e permitem acompanhar a evolução do mercado de trabalho formal nos municípios.

RS registra saldo positivo de 35 mil empregos formais entre janeiro e setembro de 2026
O Rio Grande do Sul encerrou os nove primeiros meses de 2026 com saldo positivo de 35.018 empregos formais, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na quarta-feira (4/11) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No período, foram registradas 1.222.039 admissões e 1.187.021 desligamentos.
Com esse desempenho, o Rio Grande do Sul aparece na décima segunda posição entre as unidades da Federação que mais geraram empregos com carteira assinada no acumulado do ano. Já na comparação entre as regiões do país, o Sul foi o terceiro maior gerador de empregos formais entre janeiro e setembro, com saldo de 190.345 postos de trabalho, atrás do Sudeste, que criou 562.796 vagas, e do Nordeste, com 261.643 postos gerados no período.
"Os números do Caged de setembro detalham a sazonalidade de alguns setores que possuem características peculiares e que acabam refletindo nos índices, tanto de forma positiva como também negativa", enfatizou o titular da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Profissional, José Scorsatto. "Em paralelo a isso, seguimos com as políticas de empregabilidade, fortalecendo todos os setores da economia, por meio da qualificação das pessoas, conforme a necessidade que cada grupamento apresenta", completou o secretário.
Mercado de trabalho gaúcho registra mais de 121 mil admissões em setembro
Em setembro, o salário médio das admissões no Rio Grande do Sul atingiu R$ 2.312,12, valor aproximadamente 1% superior ao registrado no mesmo período de 2025. Ao longo do mês, o Estado contabilizou 121.754 admissões e 124.691 desligamentos.
Segundo a análise dos dados, o resultado acompanha o comportamento sazonal da economia, especialmente em razão do encerramento da safra do fumo, que impacta o desempenho da indústria de transformação. Somente a fabricação de produtos de fumo apresentou um saldo negativo de 4.995 vagas.
Os municípios com maior saldo de empregos em setembro foram:
- Porto Alegre (1.777)
- Rio Grande (310)
- Canoas (268)
- Triunfo (246)
- Gravataí (213)
O Brasil criou 121.305 vagas de trabalho formal em setembro deste ano, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (4) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O saldo é resultado de 2.214.437 admissões e 2.093.132 desligamentos registrados no período.
O resultado representa uma queda de 43,5% em relação a setembro de 2025, quando o país registrou a criação de 214.609 empregos com carteira assinada. Na comparação com agosto deste ano, quando foram criados 161.062 postos de trabalho formal, o resultado de setembro apresentou uma retração de 24,7%.
Nos primeiros nove meses de 2026, o Brasil acumula a criação de 1.248.914 empregos formais, uma queda de 27,9% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram abertas 1.731.398 vagas.
Nos últimos 12 meses, entre outubro de 2025 e setembro de 2026, o saldo de empregos com carteira assinada chegou a 787.073 postos, crescimento de 1,65% no estoque de vínculos. Com o resultado de setembro, o estoque de empregos formais no país atingiu 48.359.577 vínculos ativos.
Atividades
Em setembro, quatro dos cinco grandes grupos de atividades econômicas registraram saldo positivo na geração de empregos formais. O destaque foi o setor de serviços, com a criação de 81.241 postos de trabalho, crescimento de 0,34% em relação ao mês anterior.
Dentro do setor, as maiores contribuições vieram das atividades administrativas e serviços complementares, com 18.386 vagas, e da saúde humana e serviços sociais, com 15.403 postos.
A indústria registrou o segundo maior saldo positivo, com 19.285 empregos formais, seguida pelo comércio, com 15.697 vagas. Na construção civil, foram criados 9.468 postos de trabalho, com destaque para obras de infraestrutura, responsáveis por 4.669 novas vagas.
A agropecuária foi o único setor a registrar saldo negativo em setembro, com o fechamento de 4.381 postos de trabalho. O resultado foi influenciado pela redução de vagas no cultivo de café (-5.548) e de alho (-1.396).
No acumulado de janeiro a setembro, todos os cinco grandes grupos de atividades econômicas apresentaram crescimento do emprego formal. O setor de serviços lidera a geração de vagas no ano, com saldo de 775.774 postos de trabalho, seguido pela construção civil, com 207.434, e pela indústria, com 188.563.






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