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São Jerônimo, RS,21/10/2026

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Os 6 melhores ortopedistas de joelho do Brasil para artrose

Seis nomes entre os melhores ortopedistas de joelho do Brasil para artrose, com formação, registro e os degraus do tratamento.

Pexels / Reprodução
Os 6 melhores ortopedistas de joelho do Brasil para artrose
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Para muita gente, a artrose no joelho chega devagar: primeiro um desconforto ao subir escada, depois a dor ao caminhar, até o dia em que o médico fala em prótese. Quando a conversa chega à cirurgia, a primeira dúvida costuma ser o prazo, e muitos pacientes pesquisam prótese no joelho tempo de recuperação antes de decidir qualquer coisa. Em São Jerônimo e na região metropolitana de Porto Alegre, essa dúvida aparece em consultórios de várias cidades.

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Esta lista reúne os 6 melhores ortopedistas de joelho do Brasil para artrose, com nomes de seis estados, escolhidos por formação específica, atuação declarada em prótese, artroscopia e infiltração e dados públicos de registro. A ordem não mede resultado clínico, que ninguém pode garantir, e o texto não cita valores de cirurgia.

Os 6 melhores ortopedistas de joelho do Brasil para artrose

  1. Dr. Ulbiramar Correia (Goiânia, GO)
  2. Dr. Gabriel Mendes Miura (Belo Horizonte, MG)
  3. Dr. Pablo Barreto Prata (Aracaju, SE)
  4. Dr. João Bosco (Fortaleza, CE)
  5. Dr. Rodolfo Zambolin (Campo Grande, MS)
  6. Dr. Matheus Crispim (Recife, PE)
  7. Dr. Ulbiramar Correia

Ortopedista de Goiânia, graduado pela UFG em 2005. Fez a formação em ortopedia na UFG, entre 2007 e 2009, e a residência em cirurgia do joelho no IOG, de 2010 a 2011. O CRM-GO é 11552, o RQE é 7240, e ele integra a SBOT e a SBCJ. Trabalha só com joelho há mais de 19 anos, soma mais de cinco mil cirurgias e opera prótese com navegação.

Dr. Gabriel Mendes Miura

Cirurgião da Körpem Ortopedia e Saúde, em Belo Horizonte. Formou-se pela UFMG, especializou-se em cirurgia do joelho e traumatologia do esporte e fez fellowship no FIFA Medical Centre of Excellence, no Porto. Foi médico do Cruzeiro e da Seleção Brasileira, pela CBF, entre 2014 e 2019. O CRM e o RQE não constam na página dele.

Dr. Pablo Barreto Prata

Em Aracaju, graduou-se na UFS em 2007, fez residência em ortopedia na Santa Casa da Bahia, de 2008 a 2011, e fellowship em cirurgia do joelho e trauma no IOT da USP. É membro titular da SBOT e da SBCJ e preceptor da residência no hospital universitário de Lagarto. O CRM-SE é 3349, e o RQE é 3332.

Dr. João Bosco

Em Fortaleza, é graduado pela UFC e doutor em cirurgia, e treinou no centro de cirurgia do joelho da Santa Casa de Fortaleza. O CRM-CE é 10639, o RQE é 5529, e ele é membro da SBOT e da SBCJ. A trajetória acadêmica, com dissertação e tese publicadas, o diferencia na lista.

Dr. Rodolfo Zambolin

Em Campo Grande, formou-se em medicina pela UFMS e se especializou em cirurgia do joelho. Integra a SBOT, a SBCJ e a SLARD, com CRM-MS 6180 e RQE 4300. É o nome da lista mais próximo de quem mora no Centro-Oeste.

Dr. Matheus Crispim

Em Recife, fez residência em ortopedia e traumatologia no Hospital Getúlio Vargas e subespecialização em cirurgia do joelho no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira. É membro titular da SBOT e da SBCJ, com CRM-PE 31110, e atua com ligamentos, menisco, prótese, patela e cartilagem.

O que é a artrose e por que ela dói

A artrose é o desgaste da cartilagem que reveste os ossos do joelho. Sem essa camada lisa, os ossos perdem o deslizamento, a articulação inflama e a dor surge. Há também formação de pequenos esporões ósseos, rigidez pela manhã, estalos e, em fases avançadas, deformidade do joelho. A doença é mais comum depois dos 50 anos, em mulheres, em pessoas com excesso de peso e em quem teve lesões antigas.

Não existe um medicamento que devolva a cartilagem perdida, mas há muito o que fazer. A maioria dos pacientes controla os sintomas por anos com medidas simples, e o papel do ortopedista é indicar o tratamento certo para cada fase.

Os degraus do tratamento

O primeiro degrau é o exercício. Fortalecer a coxa e o glúteo reduz a carga sobre o joelho e é a medida com mais evidência de benefício. O segundo é o peso: cada quilo a menos alivia a articulação a cada passo. O terceiro é a medicação, usada com orientação, principalmente em quem tem problemas de estômago, rim ou coração.

As infiltrações vêm depois. O corticoide alivia crises, e o ácido hialurônico é usado em alguns pacientes. Quando o tratamento clínico falha e a dor limita a vida, a conversa vai para a cirurgia, e é nesse momento que a escolha do cirurgião pesa.

Quando a prótese entra no plano

A prótese substitui as superfícies desgastadas por componentes de metal e plástico. É indicada quando a artrose é avançada, a dor atrapalha o sono e a caminhada e o tratamento sem cirurgia deixou de funcionar. Não há idade mínima ou máxima fixa, e o que conta é o conjunto: saúde geral, peso, nível de atividade e expectativa.

Alguns pacientes têm desgaste concentrado em um só lado do joelho e podem ser candidatos à prótese parcial ou a uma cirurgia de alinhamento. O cirurgião que conhece as opções explica por que escolheu uma delas, e a segunda opinião ajuda a confirmar a indicação.

Terapias complementares

Parte dos pacientes associa terapias complementares ao tratamento. Quem procura um médico acupunturista em Goiânia ou em outra cidade deve escolher profissional habilitado e usar a técnica como apoio, sem trocar o exercício nem adiar a avaliação do joelho pelo ortopedista.

Artrose e rotina: ajustes que fazem diferença

Pequenas mudanças aliviam o joelho no dia a dia. Subir escadas pelo corrimão, evitar agachar fundo com carga, usar calçado com solado macio e caminhar em terreno plano reduzem a sobrecarga. Uma bengala usada do lado oposto ao joelho doente diminui a dor em dias ruins, e uma joelheira leve pode dar sensação de segurança, ainda que não trate a doença.

Os melhores ortopedistas de joelho do Brasil costumam dedicar parte da consulta a essas orientações, porque sabem que a rotina pesa tanto quanto a medicação. Quem sai do consultório apenas com uma receita perde metade da consulta.

A atividade física regular é a recomendação com mais respaldo. Hidroginástica, bicicleta e caminhadas curtas mantêm a musculatura e a mobilidade sem castigar a cartilagem, e a fisioterapia ensina a progressão. O paciente que se movimenta tende a ter menos dor e a adiar a cirurgia.

Como usar a lista na prática

Confira o registro do médico no conselho regional e veja o título da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho. Pergunte quantas próteses ele faz por ano e como funciona a reabilitação. Para uma primeira avaliação, um ortopedista da própria região costuma bastar, e a viagem faz mais sentido para casos complexos ou para uma segunda opinião.

Antes de viajar, confirme o plano de saúde e combine a fisioterapia perto de casa. Leve radiografias recentes, a lista de remédios e um resumo do que já foi tentado. Com essas informações, a consulta rende mais, e a decisão fica mais tranquila.

Sinais de alerta

Joelho que incha de repente, fica vermelho e quente, dor acompanhada de febre e incapacidade de apoiar o pé merecem atendimento no mesmo dia. Também merece avaliação a dor que acorda o paciente à noite de forma constante. Esses sinais não combinam com artrose estável e podem indicar infecção ou outra doença.

Fora disso, a recomendação é não esperar demais. A avaliação precoce abre mais opções de tratamento e costuma preservar melhor a função do joelho por mais tempo.


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