Novo oficializa Romeu Zema como candidato à Presidência da República
Convenção nacional confirmou o ex-governador de Minas Gerais na disputa eleitoral; definição do candidato a vice deve ocorrer até o início de agosto
Convenção nacional confirmou o ex-governador de Minas Gerais na disputa eleitoral; definição do candidato a vice deve ocorrer até o início de agosto O Partido Novo oficializou, nesta segunda-feira (27), a candidatura do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, à Presidência da República durante convenção nacional realizada em Brasília. A homologação faz parte do calendário eleitoral e confirma Zema como o representante da legenda na disputa pelo Palácio do Planalto.
Durante o evento, o presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, destacou a trajetória administrativa de Zema à frente do governo mineiro e afirmou que a candidatura pretende apresentar uma alternativa ao eleitorado nas eleições deste ano.
Embora o nome do candidato à Presidência tenha sido confirmado, a definição do vice ainda permanece em aberto. A direção do partido informou que segue em negociações com outras legendas para a composição da chapa e pretende anunciar o companheiro de candidatura até o início de agosto, dentro do prazo previsto pela legislação eleitoral para as convenções.
Entre as possibilidades analisadas está uma aliança com o Podemos. Caso não haja acordo, o Novo poderá lançar uma chapa formada exclusivamente por integrantes da própria legenda.
Ao longo da pré-campanha, Zema reiterou que manteria sua candidatura até o fim do processo eleitoral e descartou a possibilidade de integrar uma chapa como vice de outro candidato. O ex-governador também protagonizou divergências públicas com integrantes do campo bolsonarista após críticas envolvendo episódios ligados à pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), o que gerou reações de aliados do PL e de diretórios estaduais do Novo.
Nas pesquisas de intenção de voto divulgadas nas últimas semanas, Romeu Zema aparece atrás dos principais concorrentes na disputa presidencial. Apesar do cenário, o candidato tem afirmado que não considera os levantamentos eleitorais determinantes, lembrando que também iniciou sua campanha ao governo de Minas Gerais em 2018 com índices modestos antes de conquistar a vitória nas urnas.






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