RS registra menor taxa de desemprego da série histórica, aponta IBGE
Estado também aparece entre os líderes nacionais em empregos com carteira assinada no setor privado
O índice ficou em 4%, representando uma redução de 1,2 ponto percentual em comparação com o mesmo período de 2025 O Rio Grande do Sul registrou, no primeiro trimestre de 2026, a menor taxa de desocupação desde o início da série histórica da Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, iniciada em 2012. O índice ficou em 4%, representando uma redução de 1,2 ponto percentual em comparação com o mesmo período de 2025.
Os dados constam na Pnad Contínua, divulgada nesta quinta-feira (14), que analisa indicadores de trabalho, renda e condições socioeconômicas no país.
Além da menor taxa de desemprego da série, o Estado apresentou um dos maiores percentuais de trabalhadores do setor privado com carteira assinada no Brasil. O índice chegou a 80,5%, ficando atrás apenas de Santa Catarina, com 86,7%, e de São Paulo, com 82,1%.
O levantamento também aponta que o Rio Grande do Sul teve um dos menores índices de desalento do país. O percentual de pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego, foi de 0,7%, inferior à média nacional de 2,4%. Apenas Santa Catarina apresentou índice menor, com 0,3%.
No total, o número de pessoas ocupadas no Estado foi estimado em 5,895 milhões. O nível de ocupação atingiu 62,9%, colocando o Rio Grande do Sul entre os 10 estados com melhores indicadores de mercado de trabalho, ocupando a sexta posição nacional.
A pesquisa ainda mostrou estabilidade na informalidade. O contingente de trabalhadores ocupados sem vínculo formal foi estimado em 1,783 milhão de pessoas.
Já o número de pessoas subutilizadas, que inclui trabalhadores com jornada insuficiente ou força de trabalho potencial, chegou a 526 mil. A taxa composta de subutilização foi de 8,4%, a sexta menor entre as unidades da federação.






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