Exame toxicológico será obrigatório para primeira habilitação no RS a partir de setembro
Nova exigência vale para candidatos às categorias A e B, destinadas à condução de motos e carros
Nova exigência vale para candidatos às categorias A e B, destinadas à condução de motos e carros A partir de 1º de setembro, os candidatos à primeira habilitação no Rio Grande do Sul terão uma nova exigência durante o processo para obter a carteira de motorista. O exame toxicológico passará a ser obrigatório também para quem pretende tirar a habilitação nas categorias A e B, destinadas a motocicletas e automóveis.
Até então, o teste era exigido principalmente de motoristas das categorias C, D e E, que abrangem veículos como caminhões, ônibus e outros veículos de maior porte.
O exame deverá ser realizado em laboratórios credenciados pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). O custo médio informado é de até R$ 140, podendo variar de acordo com o estabelecimento.
O teste é utilizado para identificar o consumo de determinadas substâncias psicoativas, entre elas anfetaminas, canabinoides e opiáceos.
Resultado negativo será necessário para obter a carteira provisória
A mudança também interfere diretamente na etapa final da primeira habilitação. O candidato precisará apresentar resultado negativo no exame toxicológico para receber a Permissão para Dirigir (PPD), conhecida popularmente como carteira provisória.
A emissão da PPD somente será liberada depois que o laboratório responsável registrar o resultado negativo do exame no sistema oficial.
Com a nova regra, portanto, o exame passa a integrar as etapas obrigatórias para quem iniciar o processo de primeira habilitação nas categorias A e B a partir de setembro.






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