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São Jerônimo, RS, 13/07/2024

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Em 18 meses, efetivo do Mais Médicos cresce 119% no Rio Grande do Sul

Profissionais em atividade se concentram em regiões onde há escassez ou ausência de profissionais de saúde. Novo edital vai contratar mais 3,1 mil profissionais

Governo Federal / Divulgação
Em 18 meses, efetivo do Mais Médicos cresce 119% no Rio Grande do Sul Em 18 meses, efetivo do Mais Médicos cresce 119% no Rio Grande do Sul
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O número de profissionais do Mais Médicos (PMM) em atividade aumentou em 93,83% desde o início do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva — de janeiro de 2023 a junho de 2024. Atualmente, 24.894 médicos e médicas atendem em todo o Brasil. São 12.051 profissionais a mais que o registrado em dezembro de 2022.

Nesse período, o Rio Grande do Sul registrou crescimento ainda mais expressivo, de 119,45% no número de profissionais em atividade no programa. Em 18 meses, o salto foi de 658 para 1.444 (786 a mais). A capital do estado, Porto Alegre, saiu de 51 para 91 profissionais, ampliação de 78,4%.

Do total de médicos ativos no Rio Grande do Sul pelo programa, 1.248 são brasileiros. Na divisão por gênero, existem 812 mulheres (56,2% do total). Na divisão por faixa etária, são 265 entre 25 e 29 anos, 351 entre 30 e 34 e 362 entre 35 e 39 anos, as três faixas mais predominantes.

No recorte por raça / cor, há 1.010 que se identificam como brancos (69,9%), 330 pretos / pardos (22,8%), 94 amarelos e seis indígenas, além de quatro referências sem registro de identificação.

Quanto ao tipo de equipe onde estão alocados os profissionais do Mais Médicos no Rio Grande do Sul, 1.438 integram equipes de saúde da família. Do total de profissionais, 224 atuam diretamente em municípios com médio ou alto índice de vulnerabilidade social.

Em dezembro de 2022, 12.843 profissionais estavam na ativa. Desde 2023, com a recomposição, o Governo Federal quase dobrou a quantidade de profissionais e implementou melhorias no modelo.

No início de julho, o Ministério da Saúde anunciou um novo edital para a contratação de 3,1 mil profissionais. A seleção traz, de forma inédita, vagas no regime de cotas para pessoas com deficiência e grupos étnico-raciais, como negros, quilombolas e indígenas.

— O Mais Médicos é uma realidade e faz a diferença. Quando assumimos o governo, havia ainda 12 mil médicos. Com esse edital, nós retomamos a meta dos 28 mil médicos. Pela primeira vez o edital é feito seguindo a política de cotas aprovada em lei que é prioridade do Governo Federal. Cumprimos, assim, a nossa visão de inclusão — afirmou a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

O Mais Médicos integra um conjunto de ações e iniciativas para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS). É neste atendimento que 80% dos problemas de saúde são resolvidos.

Segundo o Ministério da Saúde, o programa existe para enfrentar também desigualdades regionais. Leva médicos a regiões onde há escassez ou ausência de profissionais e investe na qualificação e formação, no intuito de resolver a questão emergencial do atendimento básico, mas também criando condições para continuar a garantir um atendimento qualificado no futuro para aqueles que acessam cotidianamente o SUS.

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