Aluno do Polo UAB de Arroio dos Ratos publica obra filosófica sobre o problema do destino

Diogo Mateus Garmatz é formando em Filosofia pela UFPel e pós-graduando em Psicologia Existencial Humanista e Fenomenológica e em Antropologia

Por Portal de Notícias 04/11/2020 - 10:25 hs
Foto: Divulgação
Aluno do Polo UAB de Arroio dos Ratos publica obra filosófica sobre o problema do destino
Diogo Mateus Garmatz é formando em Filosofia pela UFPel

O livro “A soberania do destino” (RJR, 2020), escrito por Diogo Mateus Garmatz, trata de um clássico problema metafísico da filosofia: o determinismo e o livre arbítrio. O autor é formando em Filosofia pela UFPel (polo UAB de Arroio dos Ratos) e pós-graduando em Teologia e História das Religiões, em Psicologia Existencial Humanista e Fenomenológica e em Antropologia. Natural e Cachoeira do Sul, Garmatz morou por dois anos em Arroio dos Ratos, de onde se mudou para o Litoral Norte quando passou no concurso público da Defensoria Pública do Estado e foi lotado em Capão da Canoa.
A filosofia apresentada pelo autor no livro faz um contraponto à concepção existencialista de que “a existência precede a essência", afirmando que existe um destino determinado para cada ser muito antes da existenciação, ou seja, quando o ser ainda é uma essência. Por isso, a entrada do ser na existência se dá no momento exato e específico em que todas as circunstâncias convergem para que o ser se encontre em rota de colisão com o seu destino. Uma peculiaridade da abordagem dada pelo autor é a estreita união da busca pelo sentido da vida às ideias sobre o problema do destino, partindo do princípio de que a sede de sentido é algo inato ao ser humano.

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Em suas mais de trezentas páginas, o livro confronta o que Garmatz chama de “veneno metafísico do mundo moderno", ou seja, correntes de pensamento que são extremamente malignas ao espírito humano, como o relativismo, o niilismo e o cientificismo. Por essa razão, são combatidas ideias que negam a existência da verdade, que afirmam que a vida não tem nenhum sentido e que quaisquer formas de religiosidade ou espiritualidade não passam de uma expressão de ingenuidade e irracionalismo.
Segundo Garmatz, é justamente em função do vácuo espiritual causado por essas ideias que a obra pretende não ficar restrita à exposição de conteúdos filosóficos sobre o problema do destino, mas, principalmente, pretende nutrir a alma do leitor, demonstrando que ninguém é jogado na existência por uma mera casualidade cega.
- Há vida pulsando nas páginas do livro, há sangue e oxigênio percorrendo as artérias. O que sempre fez arder meu coração foi o desejo de alcançar pessoas que sucumbiram diante do desespero e que não veem mais nenhuma razão para continuar vivendo - afirma.
Apesar do rigor técnico que o discurso filosófico exige, há o comprometimento, como um dos princípios basilares da obra, de mantê-la acessível a todo e qualquer leitor que se interesse pelo assunto.
- A vigilância será incansável para evitar que o tecnicismo filosófico nos embriague e nos afaste da simplicidade e da clareza - diz.
Dialogando com variadas áreas do conhecimento humano, passando pela teologia, pela psicologia e pela história da humanidade, é assim que o autor promete uma verdadeira expedição às entranhas da existência.
- Embarcaremos em uma viagem por águas misteriosas, caçando as feras em seu estado selvagem, nos expondo aos mais terríveis perigos do pensamento, fazendo perguntas sem nenhum medo ou receio das respostas que possamos vir a encontrar, sem nos acovardarmos nem por um instante diante das questões mais inquietantes e perturbadoras da alma humana.
 O livro “A soberania do destino” pode ser conhecido no site www.diogomateusgarmatz.com, onde o autor também hospeda seus artigos sobre temas da área de humanidades e mantém contato com seus leitores.

Com informações do jornal A Folha do Litoral








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