Ano novo e férias

Desejo saúde, amor e paz em 2019 para todos

Primeiramente, desejo saúde, amor e paz em 2019 para todos. Passaram bem o réveillon? Legal.
Se em 2019 tivemos o cinquentenário de fatos importantes para os dias contemporâneos como o Maio Francês e o AI-5, em 2019 teremos, em agosto, os 50 anos do mítico Festival de Woodstock, evento amalgâmico e catártico da contracultura que muito influenciou o mundo urbano ocidental. Onde chegamos? O que ficou? Para onde vamos? Uma boa reflexão para ser feita a propósito.

Ah, tem também os novos governos no Brasil e no RS, essa onda liberal na economia e conservadora nos costumes que se instalou institucionalmente dia 1º de janeiro. Mas daí já é algo que observaremos durante o ano como vai ficar; não é um legado a ser refletido, é uma conjuntura a ser analisada em perspectiva e prospectiva no calor dos acontecimentos.

FÉRIAS - E nesse janeiro, pela primeira vez em seis anos de Portal de Notícias, vou tirar férias, durante as quais a única atividade ligada às letras que terei será a leitura da autobiografia do Arnold Schwarzenegger (ô nome mais difícil de se escrever). Iniciei minhas publicações periódicas aqui em 9 de junho de 2012, com um artigo intitulado “Marilyn Monroe, o ícone pop do século XX”. Há seis anos e seis meses, mais exatamente. Então vou dar uma parada para ver como é que é para um “workaholic” literário como eu ficar sem escrever um tempo, longe da caneta verde, do papel e das teclas (sim, eu escrevo à mão e depois passo a limpo no computador, sou um cara século XX, “old school”). Informo apenas que não se tratou de exploração patronal esses anos sem descanso, eis que eu é que não aceitava parar, inclusive reclamava, nos períodos de final de ano, quando a antiga edição impressa dava uma pausa e eu ficava sem ter o que fazer. Vício é vício, e escrever é um jogo do Grêmio passando na TV.

Por outro lado, também será um ato transgressor, já que esse lance de férias pode ser em breve algo do passado. Ele e o décimo terceiro. Anos atrás isso poderia soar como uma piada, mas hoje, no máximo, gera um sorriso amarelo nervoso no rosto de quem vive de salário. Vai saber, né? Nunca se sabe!

Se não suportar esse hiato laboral voltarei dia 18. Se tomar gosto, só em fevereiro. Vamos ver como fica, pois o certo nesse mundo é que todos morreremos um dia (mas não em um dia de 2019, claro) e que a rodoviária de Charqueadas vai fechar amanhã e o pessoal vai ficar sob a chuva e o sol. Uma “interação” tudo a ver com o verão e com a natureza, não é mesmo? Se refrescar, pegar um bronzeado, eh coisa boa. Domingo estarei lá curtindo essa primeira boa nova de 2019.

Um abração, pessoal.