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| MOBILIZAÇÃO
EM BRASÍLIA Depois de uma semana
de fortes mobilizações de comitivas e bancadas gaúchas
e Catarinenses no Senado federal, Câmara dos deputados e ministério
de Minas e Energia, em Brasília, o governo Federal deverá
se posicionar até a próxima terça-feira, 20, sobre
o aproveitamento do carvão mineral na matriz energética
do país, bem como a participação no leilão
de energia A-5, que ocorre em dezembro. Investimentos Os empresários estão dispostos a investir e correr riscos para explorar a riqueza natural existente na Região Sul, disse o diretor-presidente da Copelmi Mineração Ltda, César de Faria, durante audiência na capital federal. Também, Ricardo Lessa, representante da MPX Energia, disse que Eike Batista quer investir R$ 6 bilhões na mineração do Rio Grande do Sul, o que inclui projetos de preservação ambiental na região. Acordos Em razão dos acordos internacionais que o Brasil assinou o plano energético brasileiro para os próximos dez anos vai priorizar fontes energéticas que sejam, ao mesmo tempo, competitivas e ambientalmente sustentáveis. Por isso, os investimentos maiores serão em hidrelétricas, biomassa e energia eólica. Mobilização Em continuidade à mobilização deflagrada no início do mês para tentar reverter à exclusão das térmicas a carvão do leilão de energia A-5 e da matriz energética, no final do ano, três ônibus com mineiros e autoridades da Região Carbonífera, acompanhados de representantes do governo do Estado, prefeitos, vereadores, parlamentares e de empresários, foram a Brasília para participar de reuniões na capital federal. Na terça-feira, 13, no senado federal, foi realizada uma audiência pública para discutir o assunto, na Subcomissão Permanente em Defesa do Emprego e da Previdência Social, presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS). Na quarta-feira, a reunião foi com o ministro Edson Lobão. A comitiva gaúcha ganhou o apoio das bancadas gaúcha e catarinense da câmara dos deputados para defender o tema.
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