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Região Carbonifera, quinta-feira, 24 novembro, 2011
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MINAS DO LEÃO
Presidente da CRM lamenta falta de demanda pelo carvão


O presidente da Companhia Riograndense de Mineração (CRM), Elifas Simas, visitou na terça-feira, 22, a mina do Leão II, a maior mina subterrânea do Brasil, construída nos anos 80 a um custo de 100 milhões de dólares. Pertencente à CRM e dispondo de cerca de 400 milhões de toneladas de carvão, desde 2001 a mina está arrendada para a Carbonífera Criciúma. Com acesso em plano inclinado de 800 metros e lavra a 150 metros de profundidade, a mina do Leão II está pronta para operar, o que não acontece atualmente pela falta de demanda.
Recebido pelo presidente da Carbonífera Criciúma, Alfredo Gazola, Elifas Simas esteve na frente de lavra observando o carvão lá existente e também as formas de escoramento, tendo gostado do que viu. “Observei que nos últimos 10 anos, período em que a mina está arrendada, a manutenção está sendo feita de forma eficiente e os equipamentos estão prontos para operar”, afirmou.
Diante disso, para o presidente da CRM ficou claro que basta ter a demanda para que a mina comece a operar imediatamente. “É lamentável que um investimento de tal porte, com carvão de boa qualidade, não esteja sendo aproveitado para gerar emprego e renda numa região tão necessitada como o baixo Jacuí”, observa Elifas Simas.